Santa Teresinha do Menino Jesus e o Rosário

«A Serva de Deus teve sempre uma devoção terna e filial a Nossa Senhora. Desde pequenina, no mês de Maio, fazia sozinha as suas orações: no seu quarto acendia velas diante de uma estátua da Santíssima Virgem, e aí rezava. Na sua primeira confissão, o sacerdote exortou-a a ter devoção à Santíssima Virgem. Referindo este facto na sua vida, ela diz: «Prometi redobrar a ternura por aquela que ocupava já um bom lugar no meu coração» (testemunho da sua irmã Paulina no Processo de beatificação).

A última poesia da Santa: “Porque te amo, ó Maria”. Eis as últimas palavras escritas por ela: «Ó Maria, se eu fosse a Rainha do Céu e vós fosses Teresa, desejaria ser eu Teresa para que vós fosseis a Rainha do Céu!».

As raízes desta afectuosa e profunda devoção remontavam do exemplo dos seus santos pais. A sua irmã Maria, antes de ser carmelita, escreveu numa carta que a sua mãe Zélia Guerin, durante a última doença «NÃO SE ESQUECIA UM SEGUNDO DO ROSÁRIO; reza-o sempre, não obstante os sofrimentos. Nós admiramo-la porque tem uma coragem e uma energia incontestáveis».


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