Uma meditação dos Mistérios Dolorosos (I) - Maio de 2011

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1. A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras

O amor entrega-se com tal esquecimento de si próprio que aceita abandonar-se plenamente à vontade de um outro: «Faça-se a tua vontade e não a minha».

O que o Pai esperava de Jesus, espera-o também de nós. E é isso que eu farei, se amo, ou então…

2. A flagelação de Jesus

O amor expõe-se aos golpes para proteger aquele(a) que ama. Jesus, qual «galinha que junta e protege os seus pintainhos sob as suas asas», quis receber sobre Si todos os golpes da flagelação.

O que Jesus realizou, faremos nós também para defender o mais pequenino, o mais fraco?!

3. A coroação de espinhos de Jesus

O amor é capaz de renunciar a tudo, sem guardar para si alguma coisa, por mais pequena que seja.

Jesus renunciou ao seu direito a ser tratado em conformidade com a sua condição divina, e ao seu direito a ser tratado como Messias e, por fim, ao seu direito a viver. Ele renunciou a todos os seus direitos, para nos oferecer o direito de herdarmos o seu Reino. Não o esqueçamos nunca!

4. Jesus a caminho do Calvário com a Cruz aos ombros

O amor não trabalha para si: é para o outro que Ele transporta o fruto das suas dores.

O Filho de Deus transportou a Cruz, sofreu como um escravo. Foi para nos salvar e também para nos encorajar, pensando no dia em que também nós a levaremos acompanhando-O.

5. A crucifixão e morte de Jesus

Uma só gota do seu sangue chegava para apagar todos os pecados da humanidade.

Uma única gota era suficiente para nos salvar a todos, mas não para O satisfazer. Ele quis dar todo o seu sangue, até suportar aquela morte ignominiosa. O amor de Cristo: amor incompreensível, intolerável!

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